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Mostrando postagens com o rótulo Brasil potência

Tony Blair: Brasil poderá se mostrar como símbolo de um mundo que está em mudança

Juliana Rangel, Brasileconomico "No Reino Unido há muitas críticas sobre os gastos, e há um motivo. É algo difícil, desafiador e caro" O ex-primeiro ministro britânico Tony Blair afirmou nesta terça-feira (26/10) que o Brasil poderá usar a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 para mudar a imagem que o mundo tem sobre o país. Indo além "de um lugar divertido e bom de visitar", conforme palavras dele, e reafirmar uma mudança global de estrutura de poder. Segundo ele, o governo deverá se preparar para fazer escolhas e dar explicações à sociedade, diante do forte aumento de custos que terá que assumir. "Os investimentos ainda são feitos principalmente pelo setor público, que tem um peso maior, mas bilhões de dólares são atraídos para os jogos e deve haver uma combinação. Em Montreal (em 1976), 90% dos investimentos foram do setor público. Em Londres houve participação do setor privado, mas o setor público foi o garantidor. Sempr...

O clube dos ricos tem porta - e bem fechada

Não é tão simples ignorar o poder do G-8 e uma - muito improvável - substituição pelo G-20 A reunião do G20 no fim de junho, no Canadá, aponta para uma virada no jogo dos países ricos contra a crise financeira – um problema que não partilhamos. Essa virada abala as pretensões de Brasil, Índia e China de assumir um maior papel político global. O governo brasileiro havia vaticinado, no ano passado, a morte do G8 (o clube que reúne só os países mais ricos e a Rússia) e sua substituição pelo G20 (que inclui os grandes países em desenvolvimento). Não é bem isso que vemos. O recado político dos ricos, disfarçado de documento técnico, veio do Banco Mundial. No seu último relatório bienal, publicado às vésperas da Cúpula de Toronto, o banco soltou uma estimativa de quanto se beneficiariam os países emergentes, até 2014, em virtude da possível adoção, pelo G8, de uma política de segurar gastos públicos e controlar seu enorme déficit fiscal. Essa é a conclusão de conto de fadas para o futuro dis...