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De home broker para bolsa em casa

Evitar os estrangeirismos e assumir as coisas em português é com para a auto-estima do brasileiro Em vez do "fast quote", a cotação rápida. No lugar do "watchlist", o simples "minha lista". Adeus ao esnobe "upside potential", boas-vindas à simples e direta perspectiva de alta. Em busca da classe C e da meta de atrair 5 milhões de pessoas físicas para a bolsa em cinco anos, como prevê a BM&FBovespa, as corretoras deixam de macaquear o jargão dos investidores americanos e começam a falar a língua do investidor brasileiro: o português. O primeiro a superar o complexo de vira-latas que acomete os brasileiros e aderir à lingua pátria é o home broker, ou melhor, a "bolsa em casa" da corretora Spinelli. Veterana do mercado, com mais de 57 anos de existência, a corretora aposentou a plataforma operacional "Desktop Trader pro" e lançou um sistema batizado de "Operador +", em que não há expressões em inglês. "Pode par...