Desde quando os mercado de ações e de commodities em todo mundo atingiram um pico em abril e maio, em meio a um alívio de que o pior da crise financeira já tinha passado, o ânimo dos investidores ficou sombrio. Os índices em todo o mundo despencaram. Uma crise de dívida em curso na zona do euro e o risco de um "duplo mergulho" recessivo no Ocidente assumiram o centro do palco. Alguns gestores de fundos estão "saindo fora", nervosos com o que lhes reserva o segundo semestre. "Nossa carteira está em seu mais baixo nível de exposição a riscos em 18 meses", disse Jack Ablin, diretor de investimentos do Harris Private Bank. Embora os preços das ações estejam parecendo razoáveis, disse Ablin, ele preferiu expor-se a dinheiro e a dívida pública de curto prazo. Aumento de moedas e títulos em carteira é o tipo de mix de ativos preferido por muitos investidores desde que a crise na zona euro intensificou-se e que um fluxo contínuo de dados econômicos têm desapontado...